O Padrinho
E quando o pai não pode?
Quando o pai está doente, foi de viagem, ou fica até mais tarde a trabalhar com aquela secretária bo... quer dizer, competente, Alguém tem que salvar a situação. Pois, como se tem visto o (vosso) pai tem tido muito o que fazer (ou não), e eis que, de acordo com os votos por mim assumidos, cá estou eu para apoiar o pai numa altura em que a intervenção deste blog é mais necessária do que nunca.
Ora os nossos inúmeros (quando se diz inúmeros quer dizer que não há nenhum) leitores estarão a perguntar: Ah! Mas nós estávamos habituados ao pai e tal, como nos vamos habituar a um padrinho? Será que ele vai responder às nossas duvidas?
Meus afilhados, nas sábias palavras de Santana Lopes (ahahahahahahahahah, já começo com as alarvidades), estou aqui para cumprir o programa do pai para com os seus leitores, provavelmente irei reduzir o número de caracteres por post, e vou postar uma vez por minuto (se tiver imaginação para tal).
Aos amigos leitores brasileiros, habituai-vos a ler português correcto, ou então errado, não sei mas é o meu, ganhei e pronto.
Aos amigos leitores da terra do tio Afonso (lá o Henriques): Até os comemos!!!!
Aos amigos leitores que não pescam uma da língua de António Almeida, se ainda não fecharam esta janela são estúpidos que nem portas.

2 Comments:
Bem vindo padrinho!
Finalmente, aki a afilhada tá muito contentinha e com pai ou padrinho, festeja-se o regresso de «O pai dos burros»!
(este sistema de comentários é k não tá com nada...)
CM
28 de julho de 2004 às 11:57
Além de padrinho, tens também um filho.
www.cumplice.net/blog
Por onde andastes nos últimos meses? ;)
29 de julho de 2004 às 00:34
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